quarta-feira, 22 de junho de 2011

Poemas de Shakespeare

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

Duvida da luz dos astros,
De que o sol tenha calor,
Duvida até da verdade,
Mas confia em meu amor.

Amor quando é amor não definha
E ate o final das eras há de aumentar.
Mas se o que eu digo for erro
E o meu engano for provocado
Então eu nunca terei escrito
Ou nunca ninguém terá amado.

Consiste a monstruosidade do amor...
Em ser infinita a vontade,e limitados
Os desejos,e ato escravo do limite...

O amor é dos suspiros a fumaça;
puro,é fogo que os olhos ameaça;
revolto,um mar de lágrimas de amantes...
Que mais será?
Loucura temperada,fel ingrato,doçura refinada.

O tempo é muito lento para os que esperam
muito rápido para os que tem medo
muito longo para os que lamentam
muito curto para os que festejam
mas,para os que amam,o tempo é eterno.

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