quarta-feira, 22 de junho de 2011

Poemas de Shakespeare

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

Duvida da luz dos astros,
De que o sol tenha calor,
Duvida até da verdade,
Mas confia em meu amor.

Amor quando é amor não definha
E ate o final das eras há de aumentar.
Mas se o que eu digo for erro
E o meu engano for provocado
Então eu nunca terei escrito
Ou nunca ninguém terá amado.

Consiste a monstruosidade do amor...
Em ser infinita a vontade,e limitados
Os desejos,e ato escravo do limite...

O amor é dos suspiros a fumaça;
puro,é fogo que os olhos ameaça;
revolto,um mar de lágrimas de amantes...
Que mais será?
Loucura temperada,fel ingrato,doçura refinada.

O tempo é muito lento para os que esperam
muito rápido para os que tem medo
muito longo para os que lamentam
muito curto para os que festejam
mas,para os que amam,o tempo é eterno.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Saudade

Sinto saudades do meu tempo de menina,era tudo sempre com inocência,e com um pouco de malicia.Minhas bonecas,ou ate meus carrinhos,correndo na chuva brincando ate de cavalinho.Sinto saudades da minha mãe mandando eu ir pra casa,e sempre ela falava:
-Menina,vem comer,para de brincar que brincadeira não enche barriga.
Sinto saudades dos meus amigos sempre do meu lado em qualquer brincadeira,era pula-pula,amarelinha,pega-pega,esconde-esconde...
Era tão bom mas que pena que tudo acabou,cresci já sou uma mulher,mas sempre que posso revivo minha infância não correndo na rua mas sim com os meus velhos amigos,antigos amigos mas sempre eternos.
Amigos,que sinto saudades mas sempre gravados no meu coração.

Desa Santos.